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ABERT esclarece dúvidas sobre processo de migração de rádios para FM

O diretor de Rádio da ABERT, André Cintra, e a advogada da Associação, Tathiana Noleto Melo, participaram do mutirão da migração do rádio AM para FM, na manhã desta sexta-feira (15), no Recife (PE). Durante a assinatura do termo aditivo de adaptação da outorga, uma das últimas etapas para a operação na nova faixa, eles esclareceram dúvidas dos radiodifusores pernambucanos sobre o processo de migração. Entre os principais questionamentos estão o prazo para envio do projeto técnico ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e para devolução do canal AM, além do procedimento junto à Anatel para requerer o uso da radiofrequência.

A Rádio Pajeú, de Afogados da Ingazeira (PE), e a Rádio Jornal, de Pesqueira (PE), participaram da solenidade, que teve a presença do ministro Gilberto Kassab. O MCTIC espera concluir a primeira parte da migração até 17 de dezembro deste ano. Das 1.781 emissoras de rádio AM existentes no país, 1.440 solicitaram a mudança e 1.006 já foram contempladas com o canal no FM.

O mutirão já passou por Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Ceará, Bahia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, São Paulo e Paraíba, totalizando a migração de cerca de 600 emissoras.

Case de sucesso

Emissoras que já finalizaram o processo de migração, como por exemplo, as rádios Clube e Massa, de Lages (SC), comemoraram os efeitos da mudança para a nova frequência. Após a migração, as emissoras passaram a somar 80% da audiência da região. Segundo a Rádio Massa, o faturamento da emissora aumentou 700%.

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