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Rádio precisa “se vender” melhor, afirmam diretores de emissoras

Rádio precisa “se vender” melhor, afirmam diretores de emissoras Crédito da foto: Pipo Gialluisi

Representantes e diretores de diversas emissoras de rádio participaram na terça-feira, 26, em São Paulo, de acalorado debate sobre o mercado do rádio.

O encontro, organizado pela Associação das Emissoras do Estado de São Paulo, foi realizado no 1º Fórum SET/Aesp de Comunicação, que ocorre em paralelo à programação do SET Expo 2014, congresso e feira organizados pela Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão.

Para os debatedores, com o avanço de novos players no mercado, é urgente a necessidade de o rádio mostrar o seu potencial a agências de publicidade, anunciantes e aos próprios profissionais do meio.

De acordo com o diretor da rádio CBN AM 780 FM 90.5 de São Paulo, Bruno Tyscheller, a definição de novas métricas para medição de audiência é uma importante iniciativa para o rádio alcançar esse objetivo. “Somos consumidos no carro, via celular e internet, mas vendemos apenas um tipo de anúncio. A audiência online hoje é importantíssima.”, declarou.

Sobre novas oportunidades de negócios, Tyscheller afirmou que, para não ficar "à mercê" dos formatos convencionais de agências, o próprio rádio pode desenvolver modelos para atrair ouvintes e clientes. "Estamos trabalhando no piloto automático, sendo que nós temos diferenciais. Podemos aliar conteúdo a criação”, opinou.

Os novos hábitos de consumo de mídia, além do desconhecimento dos profissionais sobre o rádio foram outros desafios apontados pelos debatedores.

“Os jovens que saem das faculdades não conhecem o rádio. É necessário que os profissionais do meio levem o rádio às faculdades. ”, declarou o diretor da rádio Transamérica FM 100.1 de São Paulo , Newton Geigher.

Na opinião do diretor da rádio Estadão AM 700 FM 92.9 de São Paulo, Acácio Costa, as grandes agências e os próprios executivos das rádios não sabem como vender o meio, sendo que são os veículos tradicionais de comunicação que consolidam as marcas. “A propaganda digital não tira produto da prateleira. É necessário um movimento para melhorar e qualificar a informação que estamos disponibilizando ao mercado”, declarou.

“A mídia não sabe comprar rádio. O criativo não sabe criar rádio. Precisamos nos unir e nos representar melhor”, ressaltou Costa.

Para o diretor da Jovem Pan AM 620 FM 100.9, Paulo Machado de Carvalho Neto, mesmo depois da Copa do Mundo no Brasil, o setor de varejo oferece excelentes oportunidades, e o rádio deve tirar proveito desse mercado fundamentalmente com a criatividade nas vendas.

Confira mais participações sobre o mercado de rádio no 1º Fórum SET/Aesp de Comunicação:

“O rádio já se repaginou em outros episódios, e agora precisa se recriar novamente. Precisamos criar oportunidades diferenciadas” Newton Geigher, diretor da Transamérica FM 100.1 de São Paulo

"Precisamos melhorar a auto-estima do Rádio. O Rádio é tão importante que empresas somem, mas a marca sonora delas permanece na memória das pessoas” Carmem Azulai, presidente da Acert (Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão)

"Grandes rádios terão relevância em qualquer plataforma porque somos produtores de conteúdo multiplataforma. Temos que qualificar a nossa mão de obra, saber abordar o cliente, desenvolver um discurso adequado e disponibilizar informação" Acácio Costa, diretor da Estadão AM 700 FM 92.9 de São Paulo

"O rádio cada vez mais será ao vivo e, por isso a importância da figura do comunicador, que é um dos nossos diferenciais. A rádio pode garimpar localmente pessoas representativas de suas comunidades" Bruno Tyscheller, diretor da CBN AM 780 FM 90.5 de São Paulo

Assessoria de Comunicação da Abert

Última modificação emSexta, 29 Agosto 2014 09:45
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