Qualidade de vida e sustentabilidade em debate no Congresso do Futuro
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Sexta, 25 Novembro 2016 11:09

Qualidade de vida e sustentabilidade em debate no Congresso do Futuro

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O futuro da comunicação e seu impacto nas relações humanas, a democracia representativa no mundo digital, as políticas públicas para saúde e educação e como melhorar a qualidade de vida em um futuro próximo serão alguns dos temas debatidos no Congresso do Futuro, que acontece em Brasília, nos dias 8 e 9 de dezembro. 

O evento é promovido pela Comissão Senado do Futuro, com o apoio da ABERT, Associação Nacional de Jornais e Palavra Aberta. Dois spots, um de 15 segundos e o outro de 30 segundos, foram disponibilizados para a divulgação do evento. Baixe aqui. 


O presidente da Comissão Senado do Futuro, senador Wellington Fagundes (PR-MT), falou à Rádio ABERT sobre as expectativas do encontro que reunirá especialistas de vários países que apresentarão exemplos e ideias das discussões sobre o futuro sustentável do planeta. A programação completa está aqui.

Senador, como serão os debates no Congresso do Futuro?
O Congresso, promovido pela Comissão Senado do Futuro, vai debater vários temas importantes, entre eles, a democracia, a comunicação e o progresso no mundo digital e sustentável. Vamos discutir como poderá ser o cidadão do futuro, como agir com o avanço da tecnologia, como lidar com a situação climática e a educação do futuro. O importante será debater o crescimento e o futuro do Brasil de forma sustentável. Receberemos especialistas de todo o país e de outros países também, que poderão trazer exemplos e ideias do que está sendo debatido em outros lugares do mundo em relação ao futuro do planeta. Ou seja, debateremos como melhorar a qualidade de vida nos próximos anos.


A Comissão Senado do Futuro foi criada em 2013. Desde então, quais os temas debatidos?
A Comissão tem o objetivo de pensar as futuras ações que o Congresso tem que tomar para promover a cidadania e aproximar a sociedade das discussões e debates que estão acontecendo no país. Atualmente debatemos ações para que o cidadão participe efetivamente do processo legislativo. Hoje já temos o programa “e-cidadania” em que a população participa, de forma direta, da proposição de projetos de leis, dando sugestões e ideias para a formulação da proposta. Como exemplo, a Comissão Senado do Futuro aprovou em outubro quatro propostas de emenda à Lei Orçamentária Anual de 2017, que totalizam mais de R$ 700 milhões, para priorizar o atendimento às crianças e adolescentes, educação, ciência e tecnologia, e a infraestrutura do Instituto Militar de Engenharia (IME), sediado no Rio de Janeiro.


O senhor falou sobre a aproximação da sociedade com a política. A população brasileira está mais atenta às questões políticas do país?
Acho que cada dia está aumentando o interesse do cidadão pela política. Logicamente temos problemas que devem ser resolvidos. Temos que fazer a reforma político-partidária. Não podemos ter 34 partidos como temos hoje. Isso confunde a população. O eleitor não consegue entender e nem definir quais são as questões ideológicas e programáticas de um partido político. Acho que a partir da reforma política, que deve ter a participação da população nas mudanças, o cidadão deverá ter mais interesse na política. Mas tenho certeza que a sociedade e a política estão cada vez mais se aproximando.

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