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Combate às notícias falsas continua em 2018

Para alertar a sociedade sobre o impacto das notícias falsas na liberdade de imprensa, a ABERT promoveu vários encontros pelo Brasil em 2017. Foram debates nas rádios, TVs e universidades, que reuniram centenas de profissionais da comunicação, especialistas no assunto e estudantes. Em 2018, ano de eleições no Brasil, a ABERT continua com foco nas ações de combate às notícias falsas. Novos seminários serão realizados com dicas e orientações sobre como identificar uma notícia falsa.

De acordo com pesquisa divulgada em setembro pela rede britânica “BBC”, a população brasileira é a que mais se preocupa com as notícias falsas.

Algumas medidas estão sendo adotadas por órgãos públicos brasileiros e pela iniciativa privada para que o cidadão não seja enganado por informações inverídicas. Um conselho consultivo, criado no fim de 2017 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é responsável por desenvolver pesquisas e levantar informações sobre a influência da internet nas eleições, em especial os prejuízos das "fake news", além de propor o aperfeiçoamento de normas sobre esses assuntos.

O TSE, a Polícia Federal e o Ministério Público também vão criar um grupo em conjunto para estudar formas de combater as informações enganosas nas eleições de 2018.

Apesar de as notícias falsas terem ganhado espaço, diversos estudantes, jornalistas e profissionais de diversas áreas estão sendo preparados para combater a desinformação, principalmente em declarações equivocadas de políticos. Em 2017, a agência de fact-checking Lupa, em parceria com a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e o Knight Center, capacitou mais de 3 mil pessoas com técnicas de checagem de informações.

Fake News no mundo

A Associação de Imprensa Estrangeira anunciou na última edição do Globo de Ouro, no domingo (7), a doação de US$ 2 milhões ao Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos e ao Comitê para a Proteção de Jornalistas, organizações que trabalham em defesa do jornalismo e buscam combater as crescentes ameaças à liberdade de imprensa no mundo.

Na Itália, o partido do governo quer aprovar uma lei que prevê multas milionárias para redes sociais que permitirem a divulgação de notícias falsas, seguindo um modelo semelhante ao adotado na Alemanha.

Em resposta a essas ações, o Facebook começou a testar a sinalização de fake news para usuários americanos com um "sinal de perigo". A própria rede social já admitiu que agentes do governo usaram a plataforma para disseminar notícias falsas. Ao anunciar as metas pessoais para o ano novo, Mark Zuckerberg, dono do Facebook, afirmou querer “consertar o Facebook” e que vai trabalhar intensamente para resolver problemas relacionados à disseminação de notícias falsas, abuso e discursos de ódio.

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