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Migração para FM aumenta receita de rádios

Migrar da antiga Rádio Litoral 1460 AM para a Jovem Pan Litoral FM em outubro de 2016 foi um “grande acerto”, segundo o diretor da emissora, Paulo César Notari. A rádio de Imbé, no litoral norte do Rio Grande do Sul, foi a primeira emissora no estado a mudar para a faixa FM, e, desde então, viu os números de audiência e faturamento crescerem.

 “Tivemos melhorias em diversos aspectos, mas principalmente quanto à audiência, que aumentou 50%. Como consequência do aumento de audiência, vimos também o faturamento mensal subir“, afirma Notari. Somente no último mês, o faturamento foi 45% maior do que quando a emissora ainda era AM. “Mantivemos alguns anunciantes, mas adquirimos novos também, com muita divulgação pela cidade. Em AM tínhamos uns 40 anunciantes, hoje estamos com 52”, conta.

 

Segundo Notari, a programação, que já funcionava bem em AM, se manteve em FM. “O formato era o mesmo, ou seja, uma emissora voltada ao jornalismo, com 24 horas de informação. Ficamos com o sinal simultâneo por seis meses, em AM e FM, para avisar aos ouvintes que foram fiéis e passaram a sintonizar em FM. Os antigos e os novos elogiam muito a qualidade de transmissão”.

 Pesquisa da ABERT/DATACENSO

 A Jovem Pan Litoral FM está dentro do universo de emissoras que viram a audiência aumentar após a migração AM/FM e que também tiveram aumento no faturamento. Em pesquisa encomendada pela ABERT, 95% das emissoras avaliaram como positiva a mudança de faixa. Dos 81% que se disseram satisfeitos/muito satisfeitos com a nova faixa, 64% tiveram crescimento na audiência.

 Mais da metade dos entrevistados (57%) disse que a receita da rádio aumentou em média 51%.

 Após a migração, a maioria das rádios manteve o número de empregados. Atualmente, predomina um quadro de até 10 funcionários por emissora.

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