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Quase 91,5 mil pessoas participaram da NABSHOW 2019, mantendo a tradição de maior feira mundial de equipamentos e serviços para as áreas de tecnologia, rádio, TV e entretenimento. O evento aconteceu entre os dias 6 e 11 de abril, em Las Vegas (EUA).

Apesar de o público presente em 2019 ter sido um pouco menor que em 2018, o vice-presidente executivo de Comunicações da NAB, Dennis Wharton, comemorou o sucesso da feira. “Mais uma vez, a NABSHOW é a principal vitrine das inovações que estão remodelando o mundo da mídia, entretenimento e tecnologia”, afirmou.

De acordo com levantamento da NAB (National Association of Broadcasters), 160 países enviaram delegações.

Brasileiros marcam presença

O Brasil manteve sua participação, representando uma das maiores delegações presentes.

Durante o Café da Manhã da Radiodifusão Brasileira, oferecido pela ABERT em parceria com a Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (AESP), mais de 140 radiodifusores brasileiros marcaram presença no encontro, compartilhando experiências com o vice-presidente do Departamento de Tecnologia e administrador do Comitê de Rádio da NAB, David Layer, que apresentou as novidades norte-americanas para o setor.

Layer destacou as mudanças no comportamento do ouvinte americano e apontou a combinação entre rádio híbrido – com recepção do sinal pelo ar, de AM, FM, analógico e digital, e uso da internet para outros dados, como detalhes da programação – e rádio digital como um caminho promissor para o meio.

Veículos conectados

A tecnologia destacada por Layer está embarcada em veículos automotivos conectados e autônomos, que foram apresentados ao público na NABSHOW.

Na exposição, foi possível acompanhar as demonstrações das possibilidades criadas pelo novo sistema de mídia, como o desenvolvimento de conteúdo, oportunidades de consumo, entrega e monetização relacionadas aos veículos conectados.

Pavilhão Brasil

Também o Pavilhão Brasil, que pela 12ª vez participou da NABSHOW, contou com a presença de 12 empresas nacionais. Organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (APEX-Brasil) e pelo Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares no Vale da Eletrônica (Sindvel), o Pavilhão Brasil fechou negócios na ordem de U$ 696 mil, com expectativa de U$ 3,284 milhões de novos negócios para os próximos meses.

As associações estaduais de radiodifusão já estão definindo as datas dos congressos regionais que debaterão temas de interesse do setor. Três grandes encontros acontecerão no segundo semestre deste ano. Entre os dias 18 e 20 de setembro, Curitiba (PR) será sede do 25º Congresso Paranaense de Radiodifusão. Promovido pela Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (AERP), o congresso terá como tema “A força da TV e do rádio multiplataformas”.


De 22 a 24 de outubro, em Canela (RS), a Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT) reunirá empresários e profissionais de rádio e TV no 25º Congresso Gaúcho de Radiodifusão. As inscrições já estão abertas no site www.agert.org.br. Já em novembro, a Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACERT) realizará, nos dias 28 e 29, mais uma edição do Fala Norte-Nordeste, reunindo radiodifusores e comunicadores das duas regiões.

Deputada federal em primeiro mandato, Celina Leão (PP-DF) visitou a ABERT na terça-feira (16). Recebida pelo presidente Paulo Tonet Camargo, diretores e conselheiros, a parlamentar falou sobre o trabalho nesses primeiros meses no Congresso Nacional e da experiência ao longo dos oitos em que foi deputada distrital, inclusive como presidente da Câmara Legislativa do DF.

Leia os principais trechos da entrevista. A entrevista na íntegra pode ser acessada aqui.

Durante oito anos a senhora foi deputada distrital e agora, está há quatro meses na Câmara Federal. Quais são as diferenças?
Eu percebo que o deputado distrital, principalmente aqui em Brasília, que não existe a figura do vereador, tem um vínculo muito próprio com a cidade e com todos os problemas locais. Desde o buraco na porta da sua casa, passando pela merenda escolar e pela saúde. E na Câmara Federal nós tratamos de temas mais estratégicos e macros, discutindo os rumos do país. Apesar de tudo isto, eu ainda tenho uma ligação muito próxima com o DF. Foram oito anos na Câmara e não quero ficar longe dos problemas mais comuns do Distrito Federal.

Quais são as prioridades do seu mandato?
Eu tenho um trabalho muito forte em relação às multas de trânsito. Há fábricas de multas no país, precisamos regulamentar melhor essa questão. Hoje em dia, os radares nas rodovias e avenidas ficam escondidos só para o motorista ser multado. Estamos fazendo um estudo para propor a regulamentação do uso do equipamento. O objetivo do radar não pode ser o de multar, ele tem que conscientizar a população que há uma regra de velocidade para ser cumprida e o objetivo principal é diminuir acidentes e não ficar arrecadando dinheiro. Outro tema em que gosto de atuar é na defesa das mulheres. Sou presidente da Frente Parlamentar dos Direitos das Mulheres. É um colegiado atuante, e estamos propondo inúmeras políticas públicas para que as mulheres sejam mais respeitadas.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto que prevê multa para condenados por agressão a mulheres. Qual sua avaliação?
Acho que toda a lei que vem para constranger e criar mais dificuldades para o agressor é válida. Apesar de estarmos endurecendo a legislação contra pessoas que agridem as mulheres, tenho uma percepção que, apesar das leis, a violência contra a mulher vem crescendo. Então, acho que a questão da educação também é fundamental. A criança na escola tem que aprender que tem que respeitar a mulher e respeitar o diferente.

Há uma declaração da senhora que diz que a Reforma da Previdência que está tramitando na Câmara pode ser injusta com as mulheres. Por que?
Acredito que muitas das conquistas que as mulheres tiveram durante anos podem ser extintas com a Reforma da Previdência do jeito que está. Queremos garantir uma aposentadoria diferenciada para as mulheres. Cito, como exemplo, as professoras. Claro que é importante e temos sim que votar a Reforma da Previdência, mas temos que ao menos tentar garantir a equidade desses direitos.

 

 

O Brasil caiu três posições, em relação ao ano passado, no Ranking Liberdade de Imprensa, divulgado nesta quinta-feira (18), pela organização Repórteres sem Fronteira (RSF). O país está na posição número 105 entre os 180 analisados. No ano passado, o Brasil estava na 102ª posição.

De acordo com a RSF, o ambiente para os jornalistas brasileiros exercerem a profissão tem sido cada vez pior e hostil. Em 2018, o período eleitoral foi apontado como um dos motivos facilitadores para ataques a profissionais de imprensa em maior número e intensidade.

“A eleição de Jair Bolsonaro em outubro de 2018, após uma campanha marcada por discursos de ódio, desinformação, ataques à imprensa e desprezo pelos direitos humanos, é um prenúncio de um período sombrio para a democracia e a liberdade de expressão no país”, afirma a RSF. Segundo o levantamento, 24% dos países apresentam uma situação considerada boa ou relativamente boa para o exercício do jornalismo. Os melhores países em relação à liberdade de imprensa e de expressão seguem os mesmos em relação a 2018: Noruega (1º), Finlândia (2º) e Países Baixos (3º). Os mais perigosos para os jornalistas são: Eritreia (178º), Coreia do Norte (179º) e Turcomenistão (180º).

Relatório ABERT Liberdade de Expressão

Em fevereiro deste ano, a ABERT divulgou o Relatório sobre Violações à Liberdade de Expressão 2018. O levantamento registrou um aumento de 50% da violência contra os profissionais de comunicação, em relação a 2017.

Foram três assassinatos e 114 registros de violência não letal, envolvendo pelo menos 165 profissionais. Em 2018, houve 16 casos de ataques e vandalismo contra veículos de comunicação de todo o país, um aumento de 300% em relação ao ano anterior.

 

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