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O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) quer prioridade na apuração dos casos de violência contra jornalistas que tiveram como causa a atividade profissional.

Em reunião na sede da ABERT, em Brasília, na quinta-feira (17), o promotor de Justiça Emmanuel Levenhagen Pelegrini, do CNMP, disse que um levantamento com dados desde 1996 estará reunido em um banco de dados e apontará os motivos da impunidade dos crimes.

Relatórios de entidades internacionais que monitoram a liberdade de expressão e de imprensa, como o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), apontam o Brasil como um dos 10 países mais impunes, sem a condenação dos autores dos crimes.

“É preciso desmistificar a questão da impunidade na apuração dos crimes, que coloca o Brasil sempre entre as nações mais impunes do mundo”, afirma o promotor de Justiça Emmanuel Levenhagen Pelegrini, do CNMP.

De acordo com Pelegrini, uma proposta da ENASP (Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública) – órgão que integra as ações do CNMP, Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Ministério da Justiça (MJ) – recomenda que as unidades ministeriais informem a Corregedoria Nacional do Ministério Público sobre o andamento dos processos. Pelo texto da proposta, no andamento do inquérito policial, o membro do Ministério Público (MP) deverá requisitar diligências e a conclusão da investigação, no prazo de noventa dias, considerando as peculiaridades de cada caso e a independência funcional do membro do MP.

“Os crimes contra a imprensa são crimes contra a liberdade de expressão e contra a democracia”, avalia Pelegrini.

Ele elogiou a iniciativa da ABERT de divulgar relatório anual sobre violações à liberdade de expressão no Brasil. Em fevereiro, a Associação lançará o levantamento com os casos de assassinatos, agressões e ameaças contra os profissionais e veículos de comunicação registrados em 2018.

O momento vivenciado pelo rádio com oportunidades de conquistar espaço nas plataformas digitais é um desafio que precisa ser entendido pelo setor. A avaliação é do empresário, radiodifusor e ex-presidente da Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (AERP), Márcio Villela, que no artigo “Inovação, mercado e perspectivas para 2019” traz uma reflexão sobre as novas tecnologias e iniciativas que as emissoras devem adotar para garantir o sucesso no universo digital.

Com larga experiência em radiodifusão, Villela acredita que, além de reinventar-se, a rádio deve dedicar especial atenção ao ouvinte e ao anunciante.

“Atenção especial no relacionamento com o cliente, seus colaboradores e, principalmente, seu público consumidor. Conhecer hábitos de consumo irá auxiliar muitíssimo na produção de um spot ou de uma chamada ao vivo para despertar a atenção deste consumidor que diariamente é bombardeado por uma avalanche de informações”, afirma ele.

A íntegra do artigo está disponível aqui.

 

A Rede Transamérica de rádios resolveu ousar na transmissão esportiva e surpreendeu: deu tão certo que o faturamento cresceu consideravelmente.

O diretor da Transamérica no Paraná, Rogério Afonso, explicou em entrevista para o projeto InovABERT as novidades na transmissão de futebol da emissora.

“Investimos em uma transmissão irreverente, com humor, brincadeiras, dinamismo e sorteio de muitos brindes. Nós não transmitimos o gol do adversário, apenas dos times regionais. Então foi um grande diferencial, porque o apaixonado pelo futebol fica vibrante”, conta Afonso.

A emissora também aproveitou a presença no estádio para transmitir em formato de vídeo.

“Uma coisa muito interessante é que conseguimos colocar uma webcam dentro do estágio, mas focado na cabine da emissora. Então transmitimos a imagem do narrador esportivo durante a partida de futebol”, afirma o diretor.

A nova forma de narrar o esporte começou em Curitiba (PR) e em São Paulo (SP). Agora, outras praças da rede também reproduzem a inovação, como Brasília (DF), Recife (PE), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ).

De acordo com o Afonso, a emissora de Curitiba registrou não apenas aumento no faturamento, mas também na fidelidade dos anunciantes.

“Para nós, gerou uma fidelização de clientes. Há clientes que veiculam conosco de janeiro a dezembro, em todos os campeonatos. Com isso, a receita deixou de ser sazonal, pois temos transmissões o ano todo. Tivemos um faturamento cerca de 45% maior”, comentou Afonso.

A entrevista completa está disponível no site (aqui).

O InovABERT está conversando com radiodifusores de todo o país sobre as inovações adotadas para que o rádio continue sendo o veículo de comunicação mais popular do Brasil.

A sua emissora está inovando? Compartilhe sua história com a gente! Mande um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou ligue para (61) 2104.4600.

Sexta, 18 Janeiro 2019 12:06

Carlos Fini assume presidência da SET

O engenheiro eletrônico Carlos Fini tomou posse como presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de TV (SET) para o biênio 2019-2020. Ele substitui Liliana Nakonechnyj, que presidiu a entidade entre 2017 e 2018.


Também foram empossados o vice-presidente, Claudio Younis, e os novos integrantes da diretoria da SET e do Conselho Fiscal.


Com a nova diretoria, entrou em vigor o novo estatuto da SET, que funcionará com um conselho deliberativo e um órgão colegiado.


"O novo estatuto servirá para proporcionar mais agilidade e facilitar decisões estratégicas", explicou a ex-presidente Liliana Nakonechnyj.

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