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    O jornalista e vice-presidente Editorial e Institucional do Grupo RBS Marcelo Rech foi reeleito, na quinta-feira (27), presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) pelos próximos dois anos.

    Em reunião virtual da Assembleia Geral de associados da ANJ, o Conselho de Administração também definiu as novas composições do Conselho Fiscal e da diretoria da entidade para o biênio 2020-2022.

    Em discurso, Rech falou sobre os desafios da indústria jornalística no Brasil e citou a necessidade de as plataformas digitais remunerarem os veículos jornalísticos pelo uso de seus conteúdos.

    Rech destacou ainda o trabalho da ANJ na defesa da liberdade de imprensa, que, segundo ele, "é, no fundo, a defesa dos jornais livres e de uma indústria de comunicação saudável e independente”.

     

     

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    A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep) aprovou, na quarta-feira (26), o projeto de lei 450/2020, que inclui no calendário oficial a “Semana Estadual do Rádio”. A data foi escolhida com base no dia 25 de setembro, nascimento de Edgar Roquette-Pinto, considerado o pai da radiodifusão no Brasil.

    Autor da proposição, o radialista e deputado estadual Luiz Carlos Martins (PP) elaborou a lei com o intuito de homenagear o meio, consumido por 83% da população brasileira. “ O rádio engaja, informa, emociona. É o meio de comunicação mais popular, mais acessível, que mais chega nas pessoas, em todo lugar”, defendeu.

    Entre as ações previstas para a semana do rádio estão atividades, ações e campanhas que esclareçam sobre a importância do rádio na divulgação, por exemplo, de cursos, oficinas, seminários, palestras e debates.

    O presidente da AERP, Michel Micheleto, comemorou a medida. “Agradecemos ao deputado estadual, que também é radialista, pela elaboração do projeto que valoriza a radiodifusão paranaense”,

    Agora, a proposta segue para promulgação do governador Ratinho Júnior.

     

     

     

    Na transmissão da presidência da ABERT, após dois mandatos consecutivos (2016-2020), ao diretor geral do Grupo Bandeirantes de Comunicação, Flávio Lara Resende, o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, apresentou um balanço de sua gestão, durante reunião do Conselho Superior da Associação, realizada na quarta-feira (25), em Brasília.

    As conquistas da radiodifusão brasileira no período, com vitórias fundamentais em projetos que há anos aguardavam um desfecho favorável, foram consolidadas em um documento de 32 páginas, dividido em quatro subtemas: atuação e conquistas, outras realizações de êxito, pandemia de COVID-19 e desafios.

    O primeiro tema destacado por Tonet, em seu discurso, foi a recente regulamentação dos casos excepcionais de dispensa e flexibilização do programa A Voz do Brasil. “Todos poderão fazer suas solicitações à ABERT, que intermediará a tramitação do pedido com o governo”, explicou.

    Também no campo dos avanços legais em prol do setor, o ex-presidente celebrou a desburocratização das regras de renovação e de transferência de outorgas das emissoras de rádio e TV, a regulamentação da profissão de radialista, o êxito da migração AM/FM e da digitalização da TV aberta no país, processos ainda em andamento, o fim da propaganda partidária e da redução do tempo de propaganda eleitoral obrigatória, além da retirada, em definitivo, da cobrança do FUST das emissoras de rádio e TV.

    As conquistas, frisou, são fruto de uma estreita interlocução entre a ABERT e a Frente Parlamentar da Radiodifusão, criada em outubro do ano passado. “Temos uma bancada significativa, atualmente presidida pelo deputado Eli Corrêa Filho (DEM-SP), que ajuda a ABERT na reflexão sobre temas do setor no Congresso Nacional”, destacou.

    Durante a fala, Tonet destacou, também, a renovação de convênios, a realização de congressos e a participação da ABERT em eventos mundiais, como o NABShow, em Las Vegas (EUA), no qual, anualmente, a entidade oferece aos associados um café da manhã com a participação de palestrantes de renome internacional.

    Tonet lembrou que os últimos meses de gestão foram particularmente marcados pela pandemia de COVID-19, que provocou uma forte crise econômica, atingindo em cheio o setor de radiodifusão, intensivo em mão de obra. “Ainda assim, os grandes desafios impostos pela crise sanitária foram vencidos com a união e a força do nosso setor”, afirmou.

    Os desafios para a próxima gestão, salientou, são muitos. Dentre os temas a serem enfrentados nos próximos meses, está o assentimento prévio, ou autorização simplificada para que emissoras de radiodifusão operem em regiões distantes 150 quilômetros de regiões fronteiriças.

    Ainda mereceu destaque a necessidade de sensibilizar as autoridades sobre a proposta de migração dos receptores de sinal de TV aberta por satélite para a chamada Banda Ku, liberando espaço para a implementação da tecnologia 5G no país. “Além de colocar o Brasil na mesma página em que já estão outros países, a medida representaria um custo muito mais baixo para as emissoras”, explicou.

    Após mencionar os principais feitos de sua administração, muito emocionado, Tonet agradeceu o empenho da equipe, segundo ele, base de todo o trabalho realizado. “Agradeço também as associações estaduais, pela cooperação, confiança e lealdade. Se tem algo que fiz, foi colocar todos juntos, para trabalharmos no mesmo campo”, afirmou.

    O ex-presidente ainda se colocou à disposição do recém-eleito, Flávio Lara Resende, “como soldado de volta à tropa e disposto às batalhas mais perigosas”.

     

     

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    Entre os meses de maio e julho, o número de notícias falsas relacionadas à COVID-19 cresceu 383%. O dado foi apontado por estudo coordenado pela União Pró-Vacina da Universidade de São Paulo (USP) e usou como fonte as postagens de dois dos maiores grupos antivacina do país feitas no Facebook.

    De acordo com o estudo, 35% das publicações são de conteúdos importados, ou seja, textos traduzidos de forma literal de outros idiomas. O Instituto Avançado da USP de Ribeirão Preto destaca que é importante buscar fontes confiáveis de informação, de forma a evitar a epidemia de notícias falsas, já que não há previsão para a descoberta de tratamento ou vacina para a COVID-19.

    O resultado do estudo foi encaminhado ao Congresso Nacional, com o intuito de sugerir pontos de debate para os deputados que apreciam a chamada Lei das Fake News (PL 2630/2020), já aprovada no Senado Federal.

     Na terça-feira (18), vinte e sete entidades de Comunicação Social, dentre elas a ABERT, entregaram ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um documento pedindo apoio em temas relacionados ao Projeto de Lei 2630/2020, que combate as fake news, além da adoção de políticas de valorização do jornalismo profissional.

     

    Acesse AQUI o documento

     

     

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    Com o início de setembro, na próxima semana, o Memória ABERT abre as comemorações dos 70 anos da TV aberta no Brasil.

    Várias atividades estão previstas no Projeto TV ANO 70, em homenagem ao meio de comunicação que continua sendo o de maior presença nos lares brasileiros.

    No dia 18 de setembro, data que marca o início das transmissões da TV aberta no país, será lançado o primeiro volume do livro “TV Tupi: do tamanho do Brasil”, dos jornalistas e pesquisadores Elmo Francfort e Maurício Viel. No mesmo dia, os dois participam do Papo ABERT Especial 70 anos da TV, encontro online que abordará curiosidades e situações inéditas que são contadas no livro.

    “Todas as iniciativas contam com a total participação das emissoras que compõem a ABERT, para criarmos um espaço de maior interatividade na hora de recontarmos a história dessas sete décadas. Fica aqui o nosso convite para que sua TV ajude em nossa plataforma que será colaborativa”, antecipa Francfort.

    A emissora interessada em participar pode enviar vídeos, áudios, fotos e textos para o email Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..

    Todas as informações e documentos históricos estarão reunidos no site abert.org.br/memoria, que já está em contagem regressiva.

     

    tv ano 70

    Durante participação em reunião do Conselho Superior da ABERT, realizado nesta quarta-feira (26), em Brasília, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, anunciou, em primeira mão, duas novidades que contemplam o setor de radiodifusão.

    Segundo Fábio Faria, após uma articulação política, o setor foi incluído no texto da Medida Provisória 975/2020, que regulamenta o acesso de micro e pequenas empresas ao Programa Emergencial de Acesso ao Crédito, independentemente do faturamento. Pelo entendimento anterior, somente poderiam solicitar recursos as emissoras com faturamento anual de até R$ 300 milhões. “A radiodifusão terá acesso a capital de giro, barato, para atravessar a crise”, declarou.

    Outra vitória recente anunciada pelo ministro foi a autorização pelo governo federal para que os celulares fabricados e comercializados no Brasil saiam das lojas com oa chip de acesso à rádio FM já desbloqueado. De acordo com Faria, o governo apoia a iniciativa de inclusão e desbloqueio do chip FM e outras formas, além do projeto de lei, estão em estudos para aprovação da matéria. "Primeiro, levamos a rádio aos telefones celulares, agora faremos com que os telefones celulares incluam as rádios", anunciou.

    A pandemia de COVID-19, destacou, reforçou a importância do serviço que as emissoras prestam à sociedade. “Hoje, 79% da população brasileira já tem acesso à internet, mas existem mais de 20% que ainda não têm. São cerca de 43 milhões de pessoas que só recebem informações, inclusive sobre a doença, pelos rádios e televisões”, completou.

    O aumento das verbas publicitárias destinadas às emissoras de rádio e TV foi outro destaque da reunião. De acordo com o ministro, em 2020, o orçamento previsto é de R$ 175 milhões, "Mas foi possível convencer a economia para que no ano que vem tenhamos R$ 436 milhões no orçamento da SECOM (Secretaria de Comunicação Social)". Segundo Faria, houve um entendimento com o Tribunal de Contas da União para que as divulgações feitas pelas emissoras tivessem um questionamento prévio, e não após a veiculação das peças.

    O Conselho Superior da ABERT se reuniu para a eleição do novo presidente da Associação, Flávio Lara Resende.

    Crédito: Cléverson Oliveira/MC

     

    Fabio Faria

    Em reunião nesta quarta-feira (26), em Brasília, o Conselho Superior da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão elegeu, por unanimidade, o diretor geral do Grupo Bandeirantes de Comunicação, Flávio Lara Resende, para a presidência da ABERT no biênio 2020-2022.

    A eleição foi de forma presencial e remota, por causa da pandemia.

    Lara Resende substitui Paulo Tonet Camargo, vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, que comandou a ABERT por dois mandatos consecutivos, entre 2016 e 2020.

    Para a vice-presidência, foi eleito o presidente da AGERT (Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão), Roberto Cervo Melão.

    A ABERT, que em 2020 completa 58 anos, representa mais de três mil emissoras privadas de rádio e televisão.

    Entre as metas de sua gestão, Lara Resende destacou a continuidade da agenda estratégica da ABERT, que terá como prioridade a redução da assimetria regulatória e a inclusão definitiva do setor em projetos com foco em inovação e tecnologia.

    "Estarei sempre atento aos interesses das emissoras de radiodifusão, mas, sobretudo, das suas prerrogativas como prestadoras de serviços públicos, jamais me afastando dos seus direitos e garantias"”, afirmou, durante o discurso de posse.

    Sobre Flávio Lara Resende – Mineiro de Belo Horizonte, Flávio Lara Resende é advogado e jornalista, com pós-graduação em Administração Financeira e MBA em Finanças.

    Diretor geral do Grupo Bandeirantes de Comunicação, exerce os cargos de diretor geral da TV Bandeirantes, da Rádio Bandnews e do jornal METRO.

    É presidente da Associação dos Veículos de Comunicação do Distrito Federal - AVEC/DF desde 2010, de onde está se licenciando para assumir a presidência da ABERT.

    Participa do Conselho Superior da ABERT desde 2015.

    É também vice-presidente da AIR – Associação Internacional de Radiodifusão, entidade que representa 17 mil emissoras de rádio e televisão nas três Américas.

     

     

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    A partir do próximo mês, a história da TV aberta, desde as primeiras transmissões, em 18 de setembro de 1950, até os dias atuais, será contada no site comemorativo abert.org.br/memoria.

    As sete décadas da televisão no Brasil estão no projeto TV ANO 70, desenvolvido pela ABERT, com apoio das emissoras associadas.

    Além de vídeos e áudios históricos, a homenagem à televisão brasileira, referência mundial em qualidade de programação, estará em edições especiais do Papo ABERT, encontro virtual que contará com a participação de personalidades que estão no dia a dia do brasileiro.

    “São 70 anos, levando informação, diversão e serviços da mais alta qualidade a todos os rincões deste que é um país continental. A TV aberta está sempre se reinventando para oferecer informação, diversão e serviços da mais alta qualidade. Qualidade com credibilidade e valores de brasilidade”, afirma o presidente da ABERT, Paulo Tonet Camargo.

    Numa parceria com o portal Tela Viva, serão publicadas matérias sobre a importância da TV aberta brasileira.

    Para comemorar a data, no dia 18 de setembro, será lançado o primeiro volume do livro “TV Tupi: do tamanho do Brasil”, de autoria do coordenador do projeto Memória ABERT, Elmo Francfort, escrito em parceria com o pesquisador e jornalista Maurício Viel.

    De acordo com o também jornalista e pesquisador Elmo Francfort, “contar a história da TV brasileira é algo fascinante, é mostrar o papel de um meio dinâmico e vibrante, que faz a integração de um país inteiro como o nosso. Ao levar arte, cultura, notícias e entretenimento aos pontos mais distantes, a TV aberta mostra porque está no ar há 70 anos”.

    Acesse o nosso portal: abert.org.br/memoria e acompanhe todas as novidades que estão por vir!

     

     

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    Um estudo realizado pela Revista da Sociedade Americana de Medicina Tropical e Higiene aponta que as informações falsas sobre o novo coronavírus também são letais. Até o momento, o time de especialistas internacionais responsáveis pelo estudo já contabilizou 800 mortes em decorrência delas.

    Foram analisadas 2.276 mensagens de texto, e 82% veiculavam conteúdo falso. As postagens foram identificadas em 25 línguas e 87 países.

    O estudo menciona ainda as notícias falsas mais frequentes. Um mito popular citado é o consumo de álcool concentrado, que poderia matar o vírus em circulação e ainda desinfetar o organismo. A crença se revelou como a mais nociva, já que a ingestão de metanol foi apontada como responsável pelos cerca de 800 óbitos, mais de cinco mil internações e 60 casos de cegueira.

    Na Coreia do Sul, disseminou-se a informação de que a água salgada curaria a doença e uma comunidade religiosa acabou se infectando após compartilhar um spray para ingerir o líquido. Foram registradas ainda, em todo o mundo, menções a receitas caseiras para aumentar a imunidade, sopa de morcego, água sanitária e até mesmo entorpecentes, a exemplo da cocaína, como eficazes na cura da doença.

    As informações são desmentidas por diversas plataformas de checagem, que utilizam apenas fontes oficiais e pesquisas científicas para veicular informação checada e com credibilidade.

     

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    Desde que foram obrigados a ficar em casa, em decorrência da pandemia de COVID-19, os ouvintes de rádio vêm acordando mais tarde. É o que aponta um estudo divulgado pelo Kantar IBOPE Media na segunda-feira (17). Segundo os dados publicados, o pico de audiência matinal foi atrasado, enquanto o vespertino foi antecipado.

    Uma das razões para a mudança de hábito é a nova realidade de horários. Quem saía de casa cedo passou a sair mais tarde, o que atrasou o ápice da audiência. A faixa de 8h da manhã continua sendo considerada nobre, mas as três horas seguintes mantêm os elevados índices de escuta e passaram a ser mais valorizadas.

    Outra novidade é a antecipação do pico de consumo vespertino. Antes da crise sanitária, a quantidade de televisores conectada subia significativamente no fim da tarde. Agora, com a rotina de home office e com estudantes em casa, o aumento da audiência ocorre mais cedo que o habitual.

    Nos Estados Unidos, essa tendência levou as emissoras a esticar a duração de seus “morning shows”, programas matinais que mesclam informação e entretenimento.

    Os estudos apontam, porém, que a crise sanitária global está alterando rapidamente a realidade dos mercados e, em breve, mais mudanças estão previstas. Até o momento, os levantamentos realizados confirmam que o rádio continua na rotina de seu público cativo.

     

     

     

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      Email: abert@abert.org.br

      Telefone: (61) 2104-4600

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