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    Reformas, desinformação e inclusão digital foram alguns dos assuntos comentados pelo deputado Amaro Neto (Republicanos-ES) durante entrevista à Rádio ABERT. O parlamentar visitou a sede da Associação, em Brasília, na quinta-feira (17), quando foi recebido pela diretoria da entidade.

    Leia, abaixo, os principais trechos da entrevista. A íntegra pode ser acessada aqui

    A primeira questão é em relação às reformas. Já passamos o rito na Câmara da reforma da Previdência e agora estamos com os holofotes se voltando para as reformas tributária e administrativa. O que o senhor espera dessas reformas e o que é necessário para que o caixa do governo fique positivo?

    Coloco a reforma da Previdência como importantíssima. Eu fui candidato a prefeito na capital do Espírito Santo, Vitória, em 2016. A gente tinha praticamente 10% do orçamento voltado para a Previdência. No Estado do Espírito Santo, uns 15%. Então, nada melhor do que a gente pautar e colocar realmente em discussão, como foi feito pelo governo Bolsonaro. Ele colocou em discussão na Câmara, o presidente Rodrigo Maia, com os colegas deputados, conseguiu dar agilidade: primeiro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois na Comissão Especial. E, numa semana muito exaustiva, nós aprovamos a reforma da Previdência. Temos agora as reformas tributária e administrativa, coloco também o pacote anti-crime, muito em breve, em discussão. O pacto federativo também vai ser muito importante para estados e municípios.

    Hoje, quando eu estou gravando essa conversa com você, estamos recebendo prefeitos e vereadores, para acertar questões de emendas parlamentares, por causa do orçamento. É muito ruim o estado e o município terem de vir a Brasília buscar recursos, e nada melhor que inverter essa lógica. Já que a gente vive nas cidades e nos estados, que o dinheiro arrecadado fique em boa parcela lá e que o governo federal consiga chegar num denominador comum. Isso está sendo feito, através da Frente Parlamentar que nós temos para tratar do Pacto Federativo e, muito em breve, estará em discussão na Câmara e depois no Senado.

    O projeto de lei que obriga a ativação de chips de celulares fabricados no Brasil foi aprovado semana passada, na Comissão de Desenvolvimento Econômico Indústria Comércio e Serviços (CDEICS). Agora ele segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Como é que está o clima? Que expectativa há no ambiente em torno dessa apreciação?

    Quando fui eleito deputado federal, eu conversava com os veículos de comunicação do meu estado e até mesmo com a associação do estado, e buscava como eu poderia ajudar os veículos de comunicação, já que eu trabalho com o rádio desde 1992, e depois trabalhei na televisão. Quando fui deputado estadual, eu busquei junto ao governo do estado, apoio para iniciativas de modernização, e até mesmo da migração do rádio FM, com recursos do Banco de Desenvolvimento do Estado. Quando cheguei à Câmara Federal, eu queria ajudar de alguma forma. Fui informado de que havia esse projeto do (deputado) Sandro Alex, que estava parado na Comissão de Desenvolvimento Econômico, da qual sou titular. Fui até a presidência (da Comissão), depois fui até um colega que tinha a relatoria e a solicitei. Ele prontamente me passou a relatoria, por eu ser do meio, e começamos a trabalhar em várias mãos, com a ABERT e as associações, para que pudéssemos colocá-lo em votação. Tivemos um embate grande, convencemos alguns colegas e aprovamos por unanimidade. Acredito que tem um vento favorável para que a gente possa aprovar o quanto antes. Muito em breve teremos essa ativação para democratizar realmente a comunicação, através de um aparelho que todo mundo utiliza. Hoje, você praticamente faz tudo através do celular, da internet. No entanto, o rádio propriamente dito não precisa da internet, basta, basicamente, a gente habilitar o chip FM para que todos possam ouvir a rádio na sua localidade, sem ter que pagar internet.

    Hoje a gente vive um problema ainda muito grande de inclusão digital ...

    Isso é importante você falar porque em Brasília, onde resido, existe sombra de internet. Se você não tiver wi-fi não consegue acompanhar sua emissora de rádio preferida, do seu estado. Mas você pode acompanhar uma emissora similar, de onde você está. Não consigo ouvir as rádios do Distrito Federal e do entorno porque ele não tem essa ativação. Eu tenho um aparelho da Apple que não tem essa ativação, apesar de outros aparelhos da Apple terem essa ativação. Eu tenho um iPod que tem rádio. Então o que acontece hoje: você precisa ter internet, ter um aplicativo para poder ouvir a sua rádio. Temos problema até mesmo em regiões longínquas do Brasil, e até mesmo no meu estado. Não é todo lugar que você tem sinal de TV, sinal de internet, mas invariavelmente se você pegar um radinho de pilha, ou na energia ou até mesmo um celular que tenha a função rádio, você vai conseguir ouvir a sua rádio regional.

    A liberdade de imprensa e de expressão é uma das bandeiras da ABERT. Fazemos levantamentos constantes, anuais, e não é uma realidade só brasileira, é uma questão mundial. Existe um movimento de tentar atrapalhar o trabalho do jornalista. O senhor acha que o nosso direito de comunicar está ameaçado? 

    Em alguns lugares do mundo e do Brasil, sim. Particularmente, no meu estado, nunca tive problemas, mas tenho colegas que já tiveram. Eu trabalho em uma emissora que nunca me podou no que eu falasse ou até mesmo do que eu possa falar, e até mesmo de comentários. Porque sou apresentador do Balanço Geral e, invariavelmente, eu posso me exceder em um comentário um pouco mais pesado contra alguma autoridade ou algum problema do meu estado. Nunca tive problemas quanto a isso, mas já testemunhei casos com alguns colegas no interior. Tenho um colega  que teve problemas no Nordeste, como apresentador de televisão, por fazer pautas factuais que mostram mazelas de uma cidade e de uma região. Acredito que a gente precisa garantir ao comunicador, o jornalista, o radialista, a condição de passar a informação. Se ele se exceder ou tiver algum problema, nós temos no sindicato e nas associações órgãos e mecanismos que podem punir esse profissional.

    Qual a importância do jornalismo profissional para a gente combater a desinformação?

    Eu sofro muito com as fake news. No meu estado, como apresentador de um programa popular, invariavelmente acontece de eu ter um ou outro problema de informações desencontradas contra a minha pessoa. Hoje em dia, temos muito isso nas eleições, pessoas que interpretam mal e acabam fazendo memes ou passando uma notícia de forma equivocada para frente.  Acredito que temos que ter uma vigilância constante, e eu vejo muitos veículos de comunicação fazendo esse tipo de trabalho. Quando você está em um serviço de mensagens, como Telegram ou WhatsApp, ou até mesmo em redes sociais em que alguém falar algo, cheque essa informação. Temos esse problema até mesmo em órgãos de governo que, às vezes, não checam uma informação e publicam notícias equivocadas. Por isso, apesar de a gente ter a internet e as redes sociais democratizando a comunicação, termos rádio até na web, a gente precisa sempre checar, através dos veículos tradicionais. O Brasil pode ter certeza absoluta que nenhum grande veículo vai dar uma informação sem ela ter sido checada exaustivamente. E mesmo que ele cheque essa informação e em algum momento ela seja equivocada, ou não tem a versão da outra parte, o veículo será responsabilizado.

    amaro neto vale este

    As conquistas e os desafios do setor de rádio e TV foram o foco do debate no painel “ABERT, Anatel e MCTIC”, que aconteceu na quarta-feira (23) durante o 25º Congresso Gaúcho de Rádio e TV, em Canela (RS).

    “Um painel como esse é muito importante porque o setor ainda carece de desburocratização. Então temos que discutir a necessidade de reduzir nossas assimetrias regulatórias, principalmente com as outras mídias, que são as digitais”, afirmou o diretor geral da ABERT, Cristiano Lobato Flores.

    Entre as prioridades do setor, Flores destacou a conclusão do processo de migração do rádio AM para FM, a necessidade de maior transparência dos processos, sistema Mosaico e a finalização do desligamento do sinal analógico. O diretor geral da ABERT ainda cobrou um cronograma de implementação das melhorias pela Anatel e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

    Em resposta a algumas demandas apresentadas por Flores, o coordenador geral de Outorgas do MCTIC, Samir de Oliveira Cunha Ramos, destacou em sua apresentação que os principais objetivos da atual gestão são: tornar a Secretaria de Radiodifusão (SERAD) totalmente digital, deixar o fluxo dos processos não superior a um mês e permitir o acesso, em tempo real, dos processos em andamento.

    “Também vamos rever o processo de migração AM-FM. Por meio de um novo decreto, as rádios que não pagaram o boleto terão oportunidade de pagar e as emissoras que não migraram terão oportunidade de migrar. Daremos mais transparência e melhorias no andamento dos processos de outorga, como celeridade e redução do tempo de análise. Queremos que a análise final do ministério caia de cinco dias para apenas 30 minutos", disse Ramos. 

    A especialista em regulação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Vanessa Cristina Monteiro, falou sobre a modernização do setor e as mudanças que a entidade vem fazendo para melhorar os processos de rádio e TV em tramitação na Agência.

    “Tanto o plano de FM quanto o de AM terão novas resoluções. Vamos tirar todas as resoluções anteriores e substituir por uma só, para desburocratizar essa questão. Estamos fazendo reuniões abertas para discutir os requisitos técnicos dos serviços de TV, FM e AM porque queremos escutar os próprios radiodifusores”, comentou Vanessa.

    Ao todo, 168 rádios do Rio Grande do Sul pediram a migração. Desse total, 44 aguardam a faixa estendida de FM e 18 ainda estão em estudo. Em todo o Brasil, 1.755 emissoras solicitaram a mudança de faixa e 772 já concluíram o processo. 
    Outros painéis

    O dia ainda contou com painéis que discutiram marketing, área comercial, cenário político e econômico.

    Pela manhã, na palestra de abertura do Congresso da AGERT “Marketing + Comercial: a integração que gera resultado”, Marcelo Leite, diretor de Marketing do Grupo RBS, lembrou que as emissoras precisam apontar tendências e orientar o cliente sobre como investir.

    “Conhecer a jornada do consumidor nos permite fazer um produto melhor para eles e, também, oferecer algo melhor para nosso anunciante”, afirmou Leite.

    O segundo painel do dia mostrou um panorama político e econômico e teve como palestrante João Borges, comentarista de economia da GloboNews. “Do ponto de vista econômico, o ano de 2020 pode ser melhor do que o que foi previsto até agora”, disse.


    Em outro painel, o secretário Especial de Comunicação Social da Presidência da República, Fábio Wajngarten, e o secretário Nacional de Publicidade, Glen Valente, falaram sobre o trabalho que vem sendo realizado pela SECOM e destacaram a missão de melhorar a divulgação de mídia junto às emissoras.

    “Nosso compromisso é inovar nos critérios de pesquisa e planejamento de mídia para que todos sejam contemplados”, destacou Wajngarten.

    O último painel do dia abordou a inteligência de mercado para emissoras de rádio e TV e teve a participação do fundador da Escola de Marketing de Alta Performance e Inovação (EMAPI/Unisinos), Juan Pablo Boeira.

     Nos dias 28 e 29 de novembro, Fortaleza (CE) sediará mais uma edição do encontro Fala Norte- Nordeste. Promovido pela Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACERT), o evento reunirá, no Shopping Rio Mar, radiodifusores e comunicadores das duas regiões. Serão realizadas palestras, mesas redondas, debates e uma feira de equipamentos com as novidades tecnológicas do setor.

    Para ministrar palestras,o encontro convidou o diretor-geral da ABERT, Cristiano Lobato Flores, e o diretor de Planejamento de Marketing da Rede Globo, Roberto Schmidt. Integram o grupo o CEO da GR1D (plataforma dedicada à inovação empresarial), Guga Stocco; o gerente regional de contas da Kantar Ibope Media, Leonam Torres e o diretor da Agência RF Mídia, Robson Ferri. Representando o governo federal, estará o secretário de Radiodifusão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Elifas Gurgel.

    Mais informações pelo telefone (85) 3246 1051 ou email Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

    O litoral do estado de Pernambuco é, até o momento, o mais afetado pelo vazamento de óleo cru que polui as praias nordestinas desde o fim de agosto. Segundo dados do gabinete de crise criado pelo governo estadual, 489 toneladas do resíduo já atingiram a costa pernambucana, uma dos mais procuradas por turistas em todo o país. Para organizar a reação frente ao problema, a comunidade lançou mão de uma ferramenta com alto poder de mobilização: o sistema de radiodifusão.

    De acordo com o presidente da Associação das Empresas de Radiodifusão de Pernambuco (Asserpe), Nill Júnior, o meio tem sido a principal ponte entre a população e os órgãos que detêm informações. “As emissoras levam à sociedade dados sobre o surgimento de novas manchas e mobilizam os entes públicos, além de cobrar uma explicação para o ocorrido e o que tem sido feito para reduzir os efeitos do desastre ambiental”, reforça.

    Desde que os possíveis efeitos da mancha de óleo entraram no debate, as emissoras de rádio e TV vêm se empenhando em combater a desinformação, mesmo que dúvidas pairem sobre o episódio. Ainda não se sabe, por exemplo, a composição química do produto que está sendo coletado, por isso sua reação no organismo também é imprevisível. “Alguns voluntários já foram flagrados sem Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) enquanto ajudavam na limpeza de praias”, alerta.

    Com o intuito de reduzir o risco de exposição ao material desconhecido, a imprensa profissional também se empenha em garantir a presença de autoridades sanitárias e ambientais nos mutirões.

    A visibilidade do assunto aumentou o contingente de solidariedade. Empresas doaram os equipamentos de segurança necessários para garantir a saúde do time de moradores e turistas que se dedicam a recolher os dejetos. Nos últimos dias, uma caravana deixou a capital, Recife, para somar esforços na retirada de óleo da Praia do Paiva, localizada no sul do estado. Não faltam iniciativas, individuais e coletivas.

    Diante da pressão social e da mobilização da mídia, o poder público vem respondendo com mais informação. Após a criação do gabinete de crise, o governo estadual promove coletivas diárias para atualizar os dados disponibilizados pelas equipes de monitoramento. Afinal, é preciso se preparar para o verão, que traz sol firme, turistas e prosperidade econômica para a região.

    O Sistema Catarinense de Comunicações (SCC) será homenageado por parlamentares no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, na quarta-feira (30). A cerimônia também homenageará o comunicador Manoel Corrêa, o Maneca, radialista com maior tempo em atividade em uma emissora no Brasil. Maneca trabalha há 70 anos na Rádio Clube de Lages (SC).

    O presidente do SCC, Roberto Amaral, ressalta a importância da homenagem no Congresso Nacional.

    “A Câmara dos Deputados é a Casa que representa o povo. Portanto, nada mais simbólico para um grupo tão próximo da comunidade que uma homenagem como esta. Estamos honrados e felizes por este reconhecimento”, afirma Amaral.

    O grupo é composto pelo SCC/SBT, Rádios Clube e Massa FM de Lages, Rádio Gralha de Urubici, e empresas como DITEC, Animazoo e Fundação Carlos Joffre.

    No requerimento para realização da sessão, o deputado Fábio Schiochet (PSL-SC), destacou que o SCC é “um Grupo moderno, formado por empresas que atuam exclusivamente no ramo da comunicação e que contribuiu diariamente para integrar o Estado de Santa Catarina e construir a identidade catarinense”. Sobre Maneca, o deputado ressaltou tempo de trabalho do radialista é “um recorde incontestável não apenas no Brasil, mas no mundo, reconhecido pelo RankBrasil e Guinness Book (livro de recordes mundiais)”.

    As transformações dos veículos de comunicação na era digital estarão no foco das discussões da conferência "Digital Media Latam", que acontece de 11 a 13 de novembro, no Rio de Janeiro (RJ). Profissionais renomados de empresas nacionais e internacionais de mídia estão entre os palestrantes confirmados.

    A programação conta com a presença de Juan Pardinas, diretor Editorial Geral do portal Reforma do México, Leanne Gemma, diretora de Produto da empresa de mídia McClatchy dos Estados Unidos, Richard Furness, diretor executivo da Guardian News & Media do Reino Unido, Jean-Luc Breysse, vice-CEO do grupo Fígaro da França e Mitra Kalita, vice-presidente sênior da CNN dos Estados Unidos.

    Durante o evento será realizada a cerimônia de entrega do Prêmio ANJ de Liberdade de Imprensa 2019.

    Associados da ANJ (Associação Nacional de Jornais) e da ANER (Associação Nacional de Editores de Revistas) têm condições especiais para inscrições. Mais informações no site https://events.wan-ifra.org/pt/events/digital-media-latam-2019-2

    A trajetória de grandes nomes da comunicação no Brasil sempre serviu como inspiração para a obra do professor, consultor e escritor Fernando Morgado. Depois de escrever duas biografias de personagens famosos do setor - a primeira sobre Blota Júnior e a segunda, Sílvio Santos -, Morgado publica a terceira obra, também sobre nomes de destaque do rádio e da televisão, mas com enfoque diferente. Agora, em Comunicadores S.A., o autor lança os holofotes sobre os aspectos comerciais e empresariais de carreiras bem-sucedidas.

    Morgado estruturou a obra em nove capítulos. Oito deles são dedicados aos mais celebrados comunicadores do país: Ana Maria Braga, Faustão, Gugu Liberato, Luciano do Valle, Luciano Huck, Ratinho, Raul Gil e Sílvio Santos. Segundo ele, a lista de possíveis personagens é bem mais extensa, mas foi preciso fazer uma rigorosa seleção para não estender demais o livro. “Escolhi como critérios a longevidade da carreira e a relevância das atividades paralelas à TV”, explica.

    Já o capítulo de abertura é dedicado a uma análise do modelo de radiodifusão. “Reflito sobre a importância da credibilidade dos comunicadores na monetização do tempo das emissoras”, ressalta. Nos anexos, Morgado ainda retoma a pesquisa sobre Sílvio Santos e disponibiliza documentos raros, como o contrato que o comunicador estabeleceu com a TV Globo. Na década de 1970, antes de fundar o SBT, Santos alugava boa parte do horário dominical da Globo. Os comunicadores-empreendedores do cenário internacional também ganham atenção especial.

    Após analisar mais de 1,3 mil documentos a respeito de seus personagens, ele encontrou semelhanças nas carreiras das oito personalidades: todos passaram por emissoras de rádio, ainda participam ativamente das decisões comerciais ligadas à imagem e diversificam os investimentos financeiros. “Se pudesse dar uma dica ao leitor, seria essa: cuide não só do aspecto artístico da carreira, mas também do comercial e do empresarial”, afirma.

    Comunicadores S.A. já está disponível nas principais livrarias do país.

    Cerca de 250 empresários e profissionais de rádio e TV, representantes do governo do Rio Grande do Sul, da Anatel e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) participaram, na terça-feira (22), em Canela (RS), da cerimônia de abertura do 25º Congresso Gaúcho de Rádio e TV.  
    Em discurso, o presidente da ABERT, Paulo Tonet Camargo, lembrou os desafios e conquistas do setor e ressaltou a importância da união da radiodifusão.

    “Tenho plena certeza de que é fundamental que as associações estaduais e a ABERT estejam sempre unidas por bandeiras que são de toda a radiodifusão brasileira”, destacou.

    Tonet destacou ainda o papel do rádio e da TV, veículos profissionais, como eficientes meios de combate às notícias falsas.

    “Em tempos de mídias digitais e de desinformação, nosso conteúdo tem cada vez mais confiança da população. Somos a informação certificada, exercida com responsabilidade e o que nos sustenta é a credibilidade construída na permanente busca da verdade”, afirmou.

    Tonet concluiu o discurso lembrando que a “radiodifusão brasileira é uma grande família”.

    “Como toda a família, pode haver divergências, jamais desunião. Precisamos continuar caminhando em comunhão de ideias e ideais, continuar acreditando e ajudando a fortalecer ainda mais o rádio e a televisão aberta no Brasil. Juntos, seremos sempre mais fortes!”, finalizou.

    O presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e TV (AGERT), Roberto Cervo Melão, agradeceu o apoio das instituições parceiras para a realização do congresso e falou dos resultados apresentados pelo relatório social da associação, com a doação de R$ 180 milhões em mídia gratuita para campanhas sociais. 
    Representando a Anatel, o conselheiro Moisés Queiroz afirmou que continuará trabalhando pelos interesses do rádio e da TV e destacou a fala do presidente da ABERT sobre a credibilidade do setor. "Sem dúvida nenhuma, a radiodifusão traz o DNA da verdade". 
    O coordenador geral de Outorgas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Samir de Oliveira Cunha, também participou do evento e afirmou que o ministério "vai trabalhar fortemente por mais transparência e agilidade". 
    Já o deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) lembrou o debate sobre as rádios comunitárias e a importância de reavaliar o projeto de lei 10637/18, que prevê o aumento de potência das rádios comunitárias.
    “Autorizar as emissoras comunitárias a ampliar sua potência e a usufruir da publicidade é uma disfunção e vai contra sua natureza constitutiva”, destacou o deputado.
    Organizado pela Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT), com apoio da ABERT, o Congresso da AGERT também inaugurou a feira de equipamentos destinados ao setor de radiodifusão.

    O diretor-executivo da rádio Banda B, Michel Micheleto, foi eleito, na segunda-feira (21), novo presidente da Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (AERP). Ele assume o cargo para o biênio 2020-2022. 

    Micheleto destacou que continuará trabalhando pelos interesses da radiodifusão.

    “A paixão pelo rádio e TV deve ser exercida com o objetivo de cada vez mais nos colocarmos a serviço da comunidade, na sua transformação, contribuindo para um mundo melhor”, afirmou.

    Micheleto assume a presidência no lugar de Alexandre Barros, diretor geral do Grupo Maringá de Comunicação (GMC), que permaneceu no cargo por duas gestões. A posse será no dia 31 de janeiro. 

    A solenidade de abertura da 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia levou centenas de pessoas ao Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, na tarde da segunda-feira (21), em Brasília (DF). Realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o evento espera atrair cerca de cem mil aficionados pelo tema ao redor dos 130 estandes montados. A intenção é mostrar como as inovações científicas estão presentes no dia a dia. 

    Em discurso, o ministro Marcos Pontes destacou a importância da aproximação entre ciência e o ambiente escolar para incentivar o interesse das gerações futuras. Ele relembrou um episódio de sua infância em que, ao presenciar uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça, conheceu o piloto de um dos aviões e ganhou uma visita guiada pela aeronave. “Para o piloto, eu fui mais uma criança a quem ele mostrou o avião, mas sinto o cheiro do motor até hoje”, ressaltou. 

    O ministro adiantou que o tema escolhido para a semana de 2020 é inteligência artificial. Ele anunciou que, durante sua gestão, o país ganhará oito laboratórios dedicados a este campo de conhecimento. Diante da plateia, Pontes expressou o desejo de transformar o Brasil em potência internacional de lançamento de satélites e anunciou, ainda para este ano, a criação do primeiro laboratório voltado à extração dos minérios grafeno, nióbio e terras raras.

    Enquanto visitava as atrações do encontro, o secretário de Radiodifusão, Elifas Gurgel, afirmou que inspirar as próximas gerações é a principal motivação da semana. “Queremos despertar nos jovens o gosto pela ciência”, reforçou. A cerimônia contou com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, secretários executivos, senadores, deputados e representantes da diretoria do MCTIC.

    ministro marcos pontes

    O secretário de Radiodifusão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Elifas Gurgel, fez uma visita de cortesia à ABERT, na sexta-feira (18). Gurgel foi recebido pela diretoria executiva da Associação e agradeceu pelo apoio na realização da 16ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Criada para estimular a inovação e popularizar o saber científico entre crianças e jovens, o evento será realizado de 21 a 27 de outubro, em mais de 200 cidades do país. A solenidade de abertura ocorrerá na próxima segunda-feira (21), no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília (DF).

    Mais informações: https://snct.mctic.gov.br/

     

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