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    Professor e escritor, Fernando Morgado foi o entrevistado da última edição do AMIRT Live, realizado na quarta-feira (20), pela Associação Mineira de Emissoras de Rádio e Televisão. Os eventos online são promovidos às quartas-feiras.

    Para Morgado, a crise decorrente da pandemia global terá impacto positivo na radiodifusão, já que os veículos de comunicação profissional levam informação eficiente e de forma democrática à população.

    Para enfrentar a recessão econômica que virá com a emergência sanitária, ele defende empatia e flexibilidade nas negociações entre veículos e anunciantes.

    O momento, acredita, deverá forçar as rádios a se adaptarem aos meios digitais. Para se manterem em evidência, elas deverão seguir investindo em prestação de serviços, encontrar sua própria vocação e nicho de mercado, além de manter o equilíbrio na oferta de diferentes conteúdos.

     

    Para acessar a live na íntegra, acesse AQUI

    A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) repudia com veemência as agressões sofridas pelo cinegrafista Robson Panzera, da TV Integração, afiliada da TV Globo em Barbacena (MG), na Região da Zona da Mata mineira.

    Nesta quarta-feira (20), enquanto fazia uma reportagem sobre o número de pessoas infectadas pela COVID-19, Panzera foi violentamente agredido por um homem, com socos, pontapés e com o tripé da câmera usado pela equipe.

    Panzera teve o dedo da mão fraturado pelo agressor, além de ter o equipamento totalmente destruído.

    Nada justifica tamanha violência contra um cidadão, em especial, quando se trata de um profissional da imprensa, em pleno exercício da atividade jornalística.

    A ABERT reafirma a defesa intransigente da liberdade de expressão e do direito do brasileiro à livre informação e pede às autoridades locais uma rigorosa apuração do caso e punição do agressor.

    Foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (19), a Lei nº 13.999/20, que institui o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) para o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios durante a pandemia.

    Pelas regras da nova lei, micro e pequenos empresários poderão pedir empréstimos de valores correspondentes a até 30% da receita bruta referente ao ano de 2019. As empresas com menos de um ano de funcionamento poderão optar entre o empréstimo de até 50% do capital social ou de até 30% da média do faturamento mensal apurado desde o início das atividades da empresa.

    A lei estabelece ainda que os recursos recebidos servirão para o financiamento da atividade empresarial de forma ampla, inclusive para investimentos e capital de giro, sendo vedado, apenas, o uso dos valores recebidos pelo Pronampe para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios. Em contrapartida à disponibilização do crédito, as empresas beneficiadas devem preservar o número de funcionários.

    As instituições financeiras participantes do Pronampe poderão formalizar as operações, observando o limite de taxa de juros anual máxima igual à taxa Selic, atualmente em 3%, acrescida de 1,25% sobre o valor concedido, e o prazo de 36 meses para o pagamento.

    As emissoras de rádio e TV interessadas poderão solicitar os empréstimos em qualquer banco privado participante e no Banco do Brasil, que coordenará a garantia dos financiamentos, além de outros bancos públicos que poderão aderir ao programa.

    O diretor geral da ABERT, Cristiano Lobato Flores, ressalta a importância da medida, que poderá beneficiar o setor de radiodifusão, especialmente as pequenas emissoras, mais afetadas neste grave momento de crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.

    “Neste momento de pandemia e aceleração da disrupção, nada mais relevante do que discutir o futuro do trabalho”, afirma Roberto Franco, conselheiro da SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão) e da ABERT e diretor de Assuntos Regulatórios e Institucionais do SBT.

    Idealizador do ciclo de palestras online SET Business Webinars, Franco será o mediador do debate “Quais profissionais vão superar o coronavírus?”, que acontece na quarta-feira (20).
    “Queremos discutir as características essenciais que os profissionais devem adquirir para conseguirem novas oportunidades e saírem da crise com sucesso”, explica Franco.
    Para o próximo encontro virtual, foram convidados o consultor e escritor João Cordeiro, a coach e professora de Liderança da Fundação Dom Cabral, Ana Lúcia Couto, e o consultor e professor Rogerio Bragherolli.

    O SET Business Webinars acontece sempre às quartas-feiras. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em https://set.org.br/set-news/set-business-3/

     

     

     

    set webinars

    Em mais uma iniciativa pelo Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a ABRAJI (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) promoveu, na terça-feira (12), o seminário virtual “Liberdade de imprensa durante a pandemia”, com a participação de convidados nacionais e internacionais. O evento teve apoio da Embaixada dos Estados Unidos e da ABERT.

    Três painéis temáticos se estenderam ao longo do dia e reuniram nomes do jornalismo brasileiro e americano, como Judith Malouf, Angelina Nunes, Sérgio D’Ávila, Guilherme Amado, Cristina Tardáguila, Cailin O’Connor e Ricardo Gandour. Em debate, assuntos como a segurança dos profissionais da imprensa em meio à pandemia de covid-19, o futuro dos meios de comunicação após a pandemia e o combate à desinformação durante a pandemia.

    O evento teve ainda o apoio da Associação Nacional de Jornais (ANJ), do Instituto Palavra Aberta e do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor).

     

    Saiba mais AQUI

     

    seminario abraji

    As novas regras para o licenciamento das emissoras de radiodifusão estiveram no centro do debate do AESP Talks, encontro online promovido pela Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado do São Paulo (AESP), na quinta-feira (14). Rodolfo Salema, gerente jurídico da ABERT, e Eduardo Cappia, líder do comitê técnico da AESP, debateram as necessidades e os desafios de adequação do setor.

    A discussão girou em torno do Decreto Nº 10.236, publicado no dia 27 de abril. Apesar de propor a simplificação e a desburocratização do processo de licença para funcionamento das emissoras de rádio e TV, o ato também impõe prazos muito curtos às emissoras, incluindo retransmissoras, para a entrada em funcionamento. “Precisamos de tempo para planejar, comprar equipamentos e viabilizar o funcionamento das emissoras que devem operar dentro das características autorizadas”, apontou Eduardo Cappia.

    Segundo Rodolfo Salema, a ABERT apoia qualquer medida de simplificação e desburocratização que gere mais efetividade aos processos da radiodifusão. “Mas é necessário que isso seja feito com segurança jurídica e o assunto precisa ser amplamente debatido, principalmente neste período de pandemia em que os setores estão passando por adaptações”, ressaltou.

    Atentos às preocupações do setor, a ABERT, a SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão) e a Abratel (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) protocolaram na quarta-feira (13), junto ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), propostas de ajustes urgentes que devem ser feitos antes que o decreto entre em vigor, previsto para junho. “Estamos com boa expectativa de que o MCTIC reveja os pontos reivindicados, principalmente em relação aos prazos, de forma que o decreto não traga nenhum prejuízo para a radiodifusão”, destacou Rodolfo Salema.

    Além de mudanças nos prazos, as entidades protocolaram também pedido de ajustes para excluir a previsão de extinção da outorga por descumprimentos de prazos, bem como de suspensão imediata dos serviços para a correção de irregularidades ou até a aprovação da modificação das características técnicas efetivadas na estação.

    Ajustes reinvidicados pela ABERT

    O principal ajuste defendido pelo setor é a alteração do prazo da etapa de licenciamento e entrada em operação das estações de rádio e TV. Pelo novo decreto, a Aprovação de Local e Equipamento (APL) foi absorvida pela etapa de licenciamento, reduzindo uma fase do processo. A ABERT e entidades parceiras propõem que, ao invés de 60 dias previstos para o licenciamento e mais 60 dias para a entrada em funcionamento, o prazo seja unificado para 12 meses (licenciamento e início da operação), a contar da publicação do ato de radiofrequência.

     A proposta apresentada também prevê a ampliação de outros prazos:

     

    · Para as entidades cadastradas e com documentação incompleta, o prazo passaria de 60 dias, previstos no decreto atual, para 31 de dezembro de 2020 - data limite para regularização da documentação;

    · Para as emissoras que operam em caráter provisório solicitarem o licenciamento, o prazo seria alterado de 60 dias para 12 meses;

    · Para as emissoras com autorização de uso de radiofrequência (RF) vencida, o prazo proposto passa de 60 para 12 meses para a solicitação de nova RF e licenciamento.

    Assista o AESP Talks na íntegra pelo Facebook (aesp.org.br/facebooklive) ou pelo YouTube (aesp.org.br/youtubelive).

     

     

    aesp talks rodolfo edit

    Durante a pandemia do novo coronavírus, os jovens têm procurado o rádio para ouvir música e buscar informações sobre a COVID-19. É o que aponta o estudo mais recente do Kantar IBOPE Media, que vem acompanhando o comportamento de cada público em relação ao meio.

    Os jovens na faixa dos 10 aos 14 anos e dos 15 aos 19 anos são os que mais ouvem música pelo rádio e os jovens adultos, que estão na faixa dos 20 aos 34 anos, buscam se informar sobre a COVID-19, principalmente no período de isolamento, quando estão com mais tempo livre.

    Já para as pessoas entre 50 e 59 anos e acima de 60 anos, o rádio serve para a busca de informações de acontecimentos gerais, que vão além das notícias sobre o coronavírus.

     

     

    pesquisa Kantar

    Os principais sites dedicados à cobertura de tecnologias da informação e comunicação (TIC) lançaram uma campanha em defesa do jornalismo profissional e que chama a atenção para a relevância do papel do jornalismo especializado setorial. A iniciativa, batizada de #apoieojornalismoespecializado, conta com o apoio da ABERT. .

    Lançada há dez dias, a campanha já ganhou a adesão de entidades de renome que atuam no setor. As logomarcas dos apoiadores ficarão expostas no hotsite do projeto até 11 de julho.

     

    Para apoiar a causa, escreva para Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

     

     

    Apoie o Jornalismo Especializado

    O gestor multiplataforma, radialista e publicitário Acácio Luiz da Costa foi o primeiro convidado do Amirt Live, ciclo de palestras da Associação Mineira de Emissoras de Rádio e Televisão (AMIRT) que teve início na quarta-feira (13).

    Na estreia da rodada de conversas, Costa falou sobre a comercialização e desafios econômicos que a radiodifusão enfrentará no cenário pós pandemia. Segundo ele, o rádio reforça seu caráter de prestador de serviços à comunidade, mas o espaço como intermediador entre artistas, anunciantes e público merece atenção, diante "da moda das lives" transmitidas em redes sociais.

    Para superar a crise no modelo de negócios, defende, é preciso resgatar o valor do rádio como mídia, buscar relacionamento pessoal com o mercado e aliar-se ao mundo digital. Costa também citou a união entre veículos, capacitação das equipes, elaboração de um calendário de ações e oferta de projetos específicos e multiplataformas como medidas para renovar o setor. “Precisamos voltar a fazer nossa magia”, explicou.

    Os encontros virtuais da AMIRT ocorrerão sempre às quartas-feiras.

     

    Para assistir a palestra, clique AQUI

     

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